Vínculos afetivos
Relações amorosas, repetição, dependência emocional e os modos como cada sujeito se posiciona diante do desejo do outro.
Carolina Souza · Psicóloga · CRP 05/76368
Psicoterapia para brasileiras no Brasil e no exterior, articulando psicanálise, terapia cognitivo-comportamental e uma leitura crítica dos impasses femininos contemporâneos.

Quem conduz a clínica
Sou Carolina Souza, psicóloga clínica. Minha prática articula a psicanálise de orientação lacaniana e a Terapia Cognitivo-Comportamental para acompanhar mulheres em questões de vínculos, solidão, autonomia emocional, ansiedade e carreira.
Antes de me dedicar integralmente à clínica, construí uma trajetória em recursos humanos e liderança. Essa experiência atravessa meu olhar sobre performance, relações de poder e o custo subjetivo de ocupar posições de alta responsabilidade.
Conhecer meu percursoAs avaliações permanecem disponíveis em sua plataforma de origem. Por respeito ao sigilo e à ética da profissão, não reproduzo relatos clínicos neste site.
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Vivemos sob um discurso que converte quase tudo em desempenho: o corpo, o amor, a carreira e até a saúde mental. Quando algo falha, a culpa retorna ao indivíduo como se toda dor fosse um déficit de competência pessoal.
Eu compreendo a psicoterapia como um espaço para interromper essa lógica. Não para oferecer fórmulas de adaptação, mas para investigar o que se repete, nomear conflitos e construir modos mais autorais de viver e se relacionar.
Questões que atravessam o trabalho
Relações amorosas, repetição, dependência emocional e os modos como cada sujeito se posiciona diante do desejo do outro.
O desafio contemporâneo de sustentar a própria vida sem transformar independência em isolamento ou intimidade em renúncia de si.
Exigência, esgotamento e os conflitos que atravessam mulheres cuja competência profissional não elimina o mal-estar subjetivo.
Brasileiras no exterior
A experiência migratória reorganiza pertencimentos, língua, trabalho e vínculos. Há conquistas reais, mas também perdas que nem sempre encontram reconhecimento. A clínica em português pode restituir nuances que a vida cotidiana em outra língua deixa em suspenso.
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Para escutar o sujeito para além daquilo que ele sabe ou planeja dizer, interrogando repetições, fantasias e posições no laço.
Para formular problemas com clareza e trabalhar padrões de pensamento e comportamento quando recursos mais estruturados são clinicamente pertinentes.
A teoria orienta minha leitura, mas não transforma a pessoa em exemplo de um conceito. O método se subordina à singularidade do caso, e não o contrário.
Primeiro contato
O primeiro contato serve para compreender sua demanda, esclarecer o funcionamento do atendimento e avaliar a possibilidade de iniciarmos o trabalho.
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